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		<title>Cabeleireiro de cães e afins</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 11:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui estou eu outra vez, numa nova tentativa de mudar isto, desta vez para torar este espaço em algo menos subjectivo e de opiniões não tão inconstantes. Talvez a última parte seja impossível devido e problemas técnicos, mas a primeira é alcançável, digo eu. Agora estou numa fase de tornar as minhas acções o reflexo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui estou eu outra vez, numa nova tentativa de mudar isto, desta vez para torar este espaço em algo menos subjectivo e de opiniões não tão inconstantes. Talvez a última parte seja impossível devido e problemas técnicos, mas a primeira é alcançável, digo eu.</p>
<p>Agora estou numa fase de tornar as minhas acções o reflexo dos meus pensamentos/opiniões. Demasiado subjectivo? Podemos passar à frente.</p>
<p>Fui ver o Toy Story 3 e tive uma vontade incontrolável de voltar a brincar com os meus brinquedos. Porque é que o meu pai teve de dar o meu hotel com parque de diversões da Polly? Bom, pelo menos ainda tenho o <a id="aptureLink_7bBWXcmkTQ" href="http://f.i.uol.com.br/folha/dinheiro/images/0722656.jpg">Cabeleireiro de cães</a> e todas aquelas roupinhas de borracha. Aquele nenuco era muito mórbido. Todos os meus estão numa caixa, aqui por baixo da secretária. Devem estar a planear matar-me um dia destes.</p>
<p>E estou a pensar em escrever aqui mais vezes, já que ando a pagar o domínio há um ano, e demorei uns 3 dias a terminar este layout.</p>
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		<title>Mudei de ideias</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 01:06:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não quero fazer parte de nada, não quero ser parte de nada. Odeio ter de me justificar, não quero justificar-me. Faço porque faço e acabou, desde que não infrinja a liberdade de ninguém, deixei-me em paz. Quero ser só eu, estou farta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não quero fazer parte de nada, não quero ser parte de nada. Odeio ter de me justificar, não quero justificar-me. Faço porque faço e acabou, desde que não infrinja a liberdade de ninguém, deixei-me em paz. Quero ser só eu, estou farta.</p>
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		<title>A colecção de coisas bonitas</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 14:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yara</dc:creator>
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		<title>Preguiça de ser feliz</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 11:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que eu odeio mais em mim é toda esta falta do que fazer, apesar das milhares de coisas que poderia e deveria fazer. Gostaria de desenhar mais, de escrever mais, de tocar mais&#8230;e apesar disso continuo por aqui e por ali, a ver coisas inúteis na televisão, a brincar com a embalagem de leite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que eu odeio mais em mim é toda esta falta do que fazer, apesar das milhares de coisas que poderia e deveria fazer. Gostaria de desenhar mais, de escrever mais, de tocar mais&#8230;e apesar disso continuo por aqui e por ali, a ver coisas inúteis na televisão, a brincar com a embalagem de leite ou a ver estados de pessoas no facebook. E continuo a falar em desenhar, escrever e tocar, como se fossem coisas que realmente fazem parte de mim.</p>
<p>Às vezes imagino-me trintona, quarentona, e a continuar na mesma situação. E penso &#8220;algum dia vou ter de mudar&#8221;. </p>
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		<title>Fuga</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 00:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estive a pensar sobre todo esta coisa de pessoas quererem fugir do mundo e das pessoas ditas &#8220;comuns&#8221;. Acho que querem ser uma espécie de nada, tentam a fuga de tudo, do tudo em que vivemos todos os dias, do tudo em que nem reparemos estar e viver&#8230;mas mesmo para quem quer ser nada há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive a pensar sobre todo esta coisa de pessoas quererem fugir do mundo e das pessoas ditas &#8220;comuns&#8221;. Acho que querem ser uma espécie de nada, tentam a fuga de tudo, do tudo em que vivemos todos os dias, do tudo em que nem reparemos estar e viver&#8230;mas mesmo para quem quer ser nada há um nada que já é alguma coisa preparado por elas, preparado por pessoas que já quiseram elas mesmas ser um nada. Pessoas que quiseram fugir da sociedade, do mundo, que depois acabarem por ter a necessidade de mostrar a sua posição perante a vida. Nada é realmente verdadeiro, até a pura sinceridade de fugir requer muitas vezes a declaração a público, mesmo que por outros meios que não o discurso, da própria necessidade de fuga. E porque quando uma pessoa foge realmente nunca ninguém sabe dela, não existe, só existe para ela e para os que estão com ela depois de fugir. Não há informação sobre ela, é esquecida, falada, mas esquecida. E o que se fala dela já não lhe diz respeito, provavelmente já é todo um baralhar de ideias que nada tem a ver com a sua história real. Há o fugir pela ideia de fugir e o fugir pela ideia de desaparecer&#8230;não sei bem onde estou.<br />
Esse nada preparado é o que eu chamaria de categorias, de gavetas: elas são confortáveis. A religião é confortável, os estilos são confortáveis, os partidos políticos são confortáveis. Pegamos numa coisa que já existe e tornamo-la nossa, a ela e a tudo o que ela engloba. E nós tornamo-nos sua propriedade, também. Partilharemos características com a gente que está na mesma categoria que nós, e isso, acho eu, torna-se confortável. Sou ateia e não tenho partido político definido, e mesmo isso, reparo agora, acaba por me confortar, pelo menos o facto de não acreditar em Deus, porque já há um nome para isso&#8230;E até continuaria por aí mas estou com sono e queria guardar tudo isto para outro post.</p>
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		<title>Sobre filmes</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 19:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Se pensarmos, ver um filme pode acrescentar alguma coisa na prática; depois de ver o filme a pessoa poderá ter ou não uma dose extra de cultura sobre o tema retratado&#8230;mas na realidade, tudo o que a pessoa fez foi sentar-se no sofá durante 1 ou 2 horas a ver um punhado de pessoas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se pensarmos, ver um filme pode acrescentar alguma coisa na prática; depois de ver o filme a pessoa poderá ter ou não uma dose extra de cultura sobre o tema retratado&#8230;mas na realidade, tudo o que a pessoa fez foi sentar-se no sofá durante 1 ou 2 horas a ver um punhado de pessoas a fazer e a dizer coisas que lhes ordenaram.</p>
<p>Eu gosto de filmes, não me levem a mal, e adoro ver filmes, adoro quase tudo num filme, desde a equipa aos mais brilhantes actores mas&#8230;não acho que uma pessoa seja extraordinário só porque passou o fim-de-semana a ver filmes indie europeus filmados com uma câmera comum. E não acho que ligar a televisão por acaso quando um destes está a passar e acabar por vê-lo torne essa pessoa alguém subitamente inteligente. Acho que ver filmes deve ser considerado quase como uma terapia interior, mesmo que seja feito em grupo. É bom falar de filmes, mas no fundo são como a música, podemos adorar um filme e haverá sempre alguém que com o seu ar snobe e arrogante nos dirá que é uma enorme porcaria&#8230;mas continuaremos a gostar do filme, porque gostar ou não gostar é quase como um instinto natural, e falar sobre os nossos instintos vai contra os próprios instintos, que são por natureza espontâneos; irracionais.</p>
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